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Rossi retorna ao Mundial
 

  
  
20/09/2017

Força total. Esse é o lema da Yamaha para a 14ª etapa do Mundial de MotoGP, que acontece neste fim de semana (23 e 24 de setembro) em Aragão, Espanha.


Além de ser uma corrida na casa de Maverick Viñales e também do patrocinador  que dá nome a equipe, a Movistar, a prova marca o retorno de Valentino Rossi após sofrer uma séria lesão, ou caso ele esteja incapacitado, a estréia no MotoGP de Michael van der Mark da Yamaha WorldSBK como piloto de substituição.


Na corrida anterior em Misano, Viñales defendeu sozinho a bandeira Movistar Yamaha MotoGP. O quarto lugar na molhada corrida de San Marino foi marcado como um bom progresso pelo espanhol, já que foi a primeira vez que utilizou o chassi 2018 nessas condições.


Viñales atualmente ocupa o terceiro lugar na classificação do campeonato, 16 pontos por trás dos líderes conjuntos. Suas chances de ganhar o campeonato continuam grandes, já que, após a corrida deste fim de semana, ainda haverá mais quatro rodadas com 125 pontos em jogo.


A jovem “arma da Yamaha” já subiu no pódio em Aragão três vezes, graças a um terceiro lugar em 2011 na classe de 125cc, um segundo lugar no Moto3 em 2013 e uma vitória do Moto2 em 2014. No ano passado, correndo na classe rainha, ele garantiu a quarta posição. Este ano seu objetivo é garantir um lugar no top-3.


Após 17 dias apenas de recuperação, Rossi já deu suas primeiras voltas no Circuito Mundial Misano Marco Simoncelli no início da semana. Confiante com o resultado após conseguir pilotar forte por 20 voltas, o piloto italiano passou por um novo check-up e decidiu por tentar disputar o GP em Aragão. Mas para isso de fato ocorra, ele terá que completar com sucesso um exame físico obrigatório realizado por um  Médico oficial do Mundial de MotoGP para, ai então, ser declarado apto a participar do Grande Prêmio no fim de semana.


 


Apesar de perder a corrida anterior em função de uma lesão adiquirida em um treino off-road, Rossi chega a 14ª rodada ocupando o quarto lugar no campeonato, a 42 pontos do topo da classificação. Embora sua perna ainda não tenha sido completamente curada, o nove vezes Campeão do Mundo está feliz de ter a oportunidade de tentar pilotar sua YZR-M1 novamente e cumprimentar os fãs espanhóis em Alcañiz, onde ele já subiu ao pódio três vezes (três terceiro lugar em 2013, 2015 e 2016).


Segundo Rossi, “felizmente tive um bom teste com a minha YZF-R1M em Misano. Também tentei no dia anterior, mas a chuva me impediu de prosseguir depois de algumas voltas. Ontem consegui completar 20 voltas e encontrar as respostas que estava procurando. Eventualmente o teste foi positivo e quero agradecer ao Dr. Lucidi e a sua equipe, que me ajudaram a encontrar as melhores soluções para sentir a menos dor possível na minha perna quando piloto. Obviamente, no final do teste, eu estava com um pouco de dor, mas esta manhã eu fui ao Dr. Pascarella para uma checagem médica e sai com um resultado positivo. Com base nisso, decidi que vou para Aragão tentar pilotar minha M1 neste fim de semana. Se eu for declarado apto a pilotar, terei a resposta real após o primeiro treino livre, já que ser competitivo na M1 será um desafio muito maior... Veremos”. E completa, como o costumeiro bom humor: “Vejo você em Aragão!”.


Van der Mark, o piloto da Yamaha WorldSBK, ainda poderá participar do Gran Premio Movistar de Aragón como piloto de substituição. Caso Rossi seja declarado impróprio no exame no qual será submetido, ou mesmo se ele não puder competir na corrida de domingo após qualquer uma das sessões de Livre prática.


Se estiver a bordo do YZR-M1 neste fim de semana, Van der Mark fará isso sem nenhum teste prévio, o que torna um desafio e tanto para o piloto holandês, que mesmo assim está ansioso por essa oportunidade, caso Rossi não seja capaz de pilotar.


 


O MotorLand Aragão está situado perto da cidade de Alcañiz, no norte da Espanha, e fica a apenas algumas horas de carro de Barcelona. O circuito foi adicionado ao calendário de MotoGP em 2010 e recebeu o prêmio do Melhor Grande Prêmio do Ano IRTA naquele mesmo ano, refletindo a apreciação dos pilotos e dos fãs sobre o local. A pista rápida e desafiadora de 5,1 km de comprimento, tem dez curvas a esquerda, sete a direita e uma linha longa reta de 968 m. Este GP atrai milhares de fãs, especialmente porque é a última corrida européia da temporada.


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